Como confirmar o diagnóstico:
O diagnóstico da diabetes pode ser feito com uma série de exames laboratoriais de sangue que permitem avaliar a quantidade de glicose. A dosagem do nível de glicose (glicemia) é feita com uma simples gota de sangue.
O resultado desse exame é considerado normal, hoje em dia, quando está abaixo ou igual 99 mg/dl na dosagem feita em jejum de oito horas
Quando o resultado varia de 100 a 125 mg/dl, significa que a glicemia está alterada e que o paciente pode ter pré-diabetes.
Nesse caso, é indicado um teste oral de tolerância à glicose, também conhecido como curva glicêmica: o paciente bebe uma solução açucarada e repete a coleta de sangue de meia em meia hora ou somente após duas horas.
Outro exame de laboratório que tem sido usado no diagnóstico e no controle do diabetes é a hemoglobina glicada (HbA1c), uma média que reflete os níveis glicêmicos dos últimos três ou quatro meses e que independe do jejum.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), cerca de 40% dos adultos com a condição ainda não receberam o diagnóstico. A doença pode ser perigosa por aumentar certos riscos na saúde integrada do indivíduo, como problemas cardíacos, renais, mentais e sexuais.
Conforme dados da Federação Internacional de Diabetes, houve um aumento de 16% na incidência de diabetes na população mundial nos últimos dois anos. No Brasil, ainda segundo a SBD, a doença atinge cerca de 16,8 milhões de pessoas.
Além desses, a doença também pode ser dividida em outros tipos mais raros como a diabetes latente autoimune do adulto ou a diabetes desencadeada pelo uso de medicamentos.
Uma outra condição, conhecida como diabetes insipidus, embora possua uma denominação semelhante, não é considerada um tipo de diabetes, já que acontece quando os rins removem líquido em excesso do corpo, não estando diretamente relacionada com a insulina ou o nível de açúcar no sangue.
Os diabéticos sempre se perguntam
O que podem e o que não podem comer. E isso acontece também para as frutas, já que estas são bombas de frutose. Frutas ricas em carboidratos, como uva, figo e frutas secas não são as mais recomendadas para quem tem diabetes pelo excesso de açúcar que podem gerar picos de glicemia.
De fato, é melhor escolha é consumir a frutas ricas em fibras, como maçã, pera e laranja com bagaço (sabia que o bagaço ajuda a diminuir a velocidade que o açúcar é absorvido?). Elas vão ajudar a manter a glicemia controlada.
É claro que quem sofre de diabetes deve estar sempre se policiando. O consumo de certas frutas com moderação são indicadas já que não são diretamente fatores que podem causar aumento de açúcar no sangue. MAS, como dito, com moderação, de 2 a 4 unidades no máximo por dia, ou se preferir tomar um suco, cuidado e siga sempre com cautela.
Frutas que os diabéticos devem evitar ao máximo
Aqui é a parte ruim para os diabéticos, mas NECESSÁRIA. Certas frutas contem mais carboidratos e menos fibras, receita ideal para o acúmulo de açúcar no sangue.
A tabela a seguir mostra essa relação entre carboidratos e fibras, e perceba que há um gap muito grande e por isso devem ser frutas evitadas ou consumidas com máxima moderação pelos diabéticos:
| Fruta (100g) | Carboidrato | Fibras |
| Abacaxi, 2 fatias médias | 18,5 g | 1,5 g |
| Mamão formosa, 2 fatias médias | 19,6 g | 3 g |
| Uva passa,1 col de sopa | 14 g | 0,6 g |
| Melancia, 1 fatia média (200g) | 16,2 g | 0,2 g |
| Caqui | 20,4 g | 3,9 g |
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